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| Queridos amigos da REDE: |
Com a idéia de promover o debate, a discussão e a reflexão sobre Aspectos Bioéticos em Reprodução Assistida, queremos convidá-los a participar deste FÓRUM expressando suas idéias, experiências e opiniões. Intercambiar idéias neste espaço contribuirá para nossa formação em Bioética, o que nos servirá para estimular os programas de informação e difusão de conhecimentos sobre Bioética em nossas comunidades, para que os pacientes e legisladores possam tomar melhores decisões informadas para a busca genuína de seu próprio bem-estar, assim como o bem comum. |
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| Embriões no reclamados |
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O acúmulo de embriões abandonados ou não reclamados é um problema quem tem chamado a atenção de bioeticistas. Várias soluções são propostas: doá-los a outros casais inférteis ou para pesquisa ou descartá-los.
Na Argentina, em 1993, um advogado, cujo sobrenome é Rabinovich, promoveu uma ação para controlar a criopreservação de embriões, uma vez que segundo sua opinião e conforme o Código Civil, os embriões são pessoas e a decisão sobre o que fazer com eles não compete aos pais, nem aos especialistas em fertilidade.
Mas, ao que parece, os advogados sim podem decidir o destino dos embriões, pelo menos em alguns países. Na Inglaterra, em 1 de Agosto de 1996, apesar de uma grande discussão, as clínicas britânicas foram obrigadas a descartar 3300 embriões criopreservados, o que gerou grande controvérsia.
Como você procederia se um casal, em seu centro, desejasse que seus embriões fossem descartados? Você os descartaria?
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Roberto Infante - 4/18/2007 |
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En pocas ocasiones ha habido tanta necesidad, en escala mundial, de un profundo y continuo debate con participación multidisciplinaría, ya que cuando los proceso de vida y muerte se hallan envueltos, toda la comunidad deberá informarse y debe tener derecho a opinar.
Los códigos de ética progresan muy lentamente y las nuevas legislaciones sobre la base, generalmente de los señalamientos éticos, se incorporan con igual lentitud.
No existen criterios uniformes de orden legal, ético y por parte de las diversas religiones al enjuiciar sobre esta materia, privando la disponibilidad del concepto y, entre el publico la aceptación mas de carácter emocional que racional.
Los objetivos médicos al emprender nuevas búsquedas en el campo de la salud aceptan dos grandes principios:
1. El riesgo potencial para el paciente no debe ser desproporcionado a la relación con el beneficio esperado.
2. No debe producirse daño alguno, o ser muy leve, en otras personas.
Estos conceptos tan simples han guiado durante centenares de años el comportamiento de los médicos. Se les conoce como bases pragmáticas de la ética en medicina.
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| As opiniões médicas aqui expressas não são opiniões oficiais da Rede Latino-americana de Reprodução Assistida. Cada médico individualmente é responsável pelo que escrever. |
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